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Meu nome nome é João Paulo Silva, muito prazer!

Sou um misto de pensador ou filósofo, idealista e romântico… Uma criatura intrigante que só quem conhece de perto pode entender. Sou idealista e aventureiro. Para mim, viver é uma imensa e excitante viagem.

O poeta brasileiro Olavo Bilac, membro fundador da Academia Brasileira de Letras, criador do Hino à Bandeira, o grande “príncipe dos poetas brasileiros” é a minha grande fonte de inspiração e é dele que vem o soneto que me define fielmente: “Dualismo”:

Não és bom, nem és mau: és triste e humano;
Vives ansiando, em maldições e preces;
Como se, a arder, no coração tivesses;
O tumulto e o clamor de um largo oceano.

Pobre, no bem como no mal, padeces;
E, rolando num vórtice vesano;
Oscilas entre a crença e o desengano;
Entre esperanças e desinteresses.

Capaz de horrores e de ações sublimes;
Não ficas das virtudes satisfeito;
Nem te arrependes, infeliz, dos crimes.

E, no perpétuo ideal que te devora;
Residem juntamente no teu peito;
Um demônio que ruge e um deus que chora.

Sou composto por três grandes e principais personalidades:

1º: Mais humano que divino - Neste caso, certamente, você vai me encontrar em livrarias, sebos, bibliotecas, cinemas, teatros;

2º: Mais tímido e introvertido - Esse aí você vai encontrar no campo, nas cidadezinhas do interior, dentro de casa, ou em lugares que quase ninguém ouviu falar, descobrindo cultura. Este é um tipo mais excêntrico e estudioso, deísta e pensador.

3º: é a união das duas personalidades anterior.

Não permito que o tédio tome conta de mim, mas sou aquele tipo de pessoa que se entedia com facilidade. Por isso, preciso de excitação constante.

Impor limites e controle são as maneiras mais fáceis de me colocar bem longe de qualquer pessoa. Adoro as mudanças, as viagens e a exploração de novos horizontes, em busca de meus objetivos.

Delicadeza também não é muito o meu forte, pois o que eu sentir que precisa ser dito, direi sem meias palavras. Às vezes a verdade dói no coração de quem não quer ou não está preparado para ouvi-la, por isso, se não gosta de ouvir a verdade, afaste-se de mim.
A leitura faz parte da minha vida desde sempre. Talvez, desde outras vidas. É como o ar que respiro.

Lembro-me bem que na  infância costumava ler algumas notícias quando vinham, em jornais, trazidos do supermercado ou quitanda, pelos meus pais, bulas de remédios. Em determinado momento fiz a carteirinha de uma biblioteca municipal que tem aqui perto de casa, onde passei a pegar livros emprestados, três por semana.  

“Se eu leio, estou vivo; se estou vivo, eu leio.” - João Paulo Silva