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Foi assim



A formação de um artista é demorada. Por outro lado, a celebrização pode ser instantânea. Com grana e um bom marqueteiro, consegue-se atingir o público do Oiapoque ao Chuí numa única tarde de domingo.

A cantora Monique Kessous emerge no tempo exigido pelas melhores coisas. Quem ainda não a descobriu foi por comodismo ou preconceito. Sim, não dar atenção para nada que não seja ruidosamente sensacional é um tipo de preconceito.

Kessous canta desde criança e compõe desde a adolescência quando aprendeu piano e violão.

Descoberta por Roberto Menescal, em 2005, ela gravou Beatles num álbum chamado Liverpool Bossa. Lançado, também, em Taiwan, na Argentina e na Colômbia em 2007.

Outros projetos, no estilo Bossa Nova, foram surgindo até que, em 2008 e 2009, duas canções de Monique Kessous, “Com essa cor” e “Pitangueira”, fizeram parte de trilhas sonoras de novelas.

No início dos anos 2000, a cantora teve uma banda com Denny Kessous, irmão dela. Nesse clima, vale assistir (CLIQUE AQUI) à sua interpretação de “Ain't No Sunshine”, que já foi gravada por Barry White, Michael Jackson e Joe Cocker.

E foi assim, como canta Milton Nascimentonos bailes da vida ou num bar / Em troca de pão” que Monique Kessous iniciou e emerge, dia após dia, como artista.

Ela já tem dois discos gravados e o terceiro, “Dentro de mim cabe o mundo”, será lançado em 2015.

Como Kessous, muita gente boa “põe os pés na profissão” de cantar e tocar sem firulas; com qualidade e muita luta. Basta procurar! Deixar de lado, especialmente, o preconceito.

Grande parte da reclamação sobre qualidade musical vem do comodismo e da confusão que se costuma fazer, aqui no Brasil, entre artista e celebridade.



Acompanhe a cantora:






Assista ao videoclipe OFICIAL da música "Volte para mim": 



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