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Resenha do Livro "Sete Anos" de Fernanda Torres








Quando assisti o Programa do Jô no dia 03/12/2014, fiquei extasiado quando o meu gordinho preferido anunciou as presenças de Tatá Werneck e Fernanda Torres. Acompanho Tatá Werneck desde 2010 quando a vi no extinto programa de comédia "Quinta Categoria", da também extinta MTV. A entrevista do com a Tatá me rendeu altas risadas assim como a entrevista com a a maravilhosar Fenanda Torres.



Fernanda Pinheiro Esteves Torres, mais conhecida como Fernanda Torres, é uma atriz, jornalista, escritora e mãe. Merecidamente vencedora da "Palma de Ouro" em Cannes por “Eu Sei que Vou Te Amar”, a atriz possui uma versatilidade expressiva e encantadora. Seu currículo está repleto de trabalhos no cinema, teatro e televisão. Sua primeira atuação nos palcos foi em 1978, na peça "Um Tango Argentino", de Maria Clara Machado. Sua primeira novela foi em "Baila Comigo" de Manuel Carlos, em 1981. Já no cinema, sua primeira aparição aconteceu em 1983, no filme "Inocência", baseado na obra do Visconde de Taunay e dirigido por Walter Lima Jr. Ainda no cinema, esteve em "A Marvada Carne" (1985), de André Klotzel, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado. Queridinha do público por sua atuação na série "Os Normais", atualmente Fernanda Torres mostra todo o seu talento humorístico toda terça-feira na série "Tapas & Beijos", da Tv Globo.


Quando Jô Soares anunciou o livro "Sete Anos", eu fiquei desesperado para pôr as mãos naquela capa vermelha e devorar página por página. A coletânea de crônicas é uma seleção de colunas escritas a Veja Rio e a Folha de S. Paulo, além de matérias e perfis publicados na Piauí.  Neste livro, Fernanda mostra que também pode ser uma grande escritora e nos mostra um futuro infinito e plausível no mundo das Letras.

Um destaque especial para a inédita e encantadora crônica "Despedida", onde a autora nos causa uma impressão muito viva e muito dolorosa da despedida de seu amado pai: Fernando Torres. A despedida seguem em "A Dança da Morte", tão lindo quanto.

Escrever bem é um grande diferencial em um país onde a imensa maioria mal consegue se expressar, formular frases coerentes, quiçá passar para o papel de forma inteligível suas idéias, quando elas existem, claro. Fernanda Torres conseguiu expressar todo o seu sentimento e carinho sobre Oscar Wilde, Dercy Gonçalves, Jorge Dória e João Ubaldo Ribeiro.

Li e recomendo!



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