"O Vendedor de Sonhos - O Chamado", de Augusto Cury

5.12.16

O Viajante das Estrelas


Um homem maltrapilho e desconhecido tenta impedir que um intelectual se suicide. Um desafio que nem a polícia nem um famoso psiquiatra tinham sido capazes de resolver. Depois de abalá-lo e resgatá-lo, esse homem, de quem ninguém sabe a origem, o nome ou a história, sai proclamando aos quatro ventos que as sociedades modernas se converteram em um hospício global. Com uma eloquência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos em uma sociedade que deixou de sonhar. Nada tão belo e tão estranho… Ao mesmo tempo que arrebata as pessoas e as liberta do cárcere da rotina, arruma muitos inimigos. Será ele um sábio ou o mais louco dos seres? Um romance que nos fará chorar, rir e pensar muito.

Augusto Cury é psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. Autor da Teoria da Inteligência Multifocal, que estuda as habilidades socioemocionais, a formação do Eu, os papéis da memória e a construção dos pensamentos. É um dos poucos pensadores vivos cuja teoria é objeto de estudo em cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado internacionais. Cury desenvolveu o programa Escola da Inteligência para ser introduzido na grade curricular, com enfoque na educação da emoção e da inteligência. Idealizou o Instituto Augusto Cury, que promove cursos para adultos e crianças para o desenvolvimento da qualidade de vida e da excelência socioemocional.


Ficha técnica
Data de publicação: 01/06/2008
296 páginas
ISBN: 978-85-60096-27-5
Formato: 16 x 23 cm.
Apresentação: Brochura com orelhas
Coleção: Narrativa Planeta
Selo: Academia






O Viajante das Estrelas recebe certificado pela participação no Dia de Ler. Todo Dia!

4.12.16


Bibliotecas, blogs, cidades, escolas, empresas, ONGs e pessoas do Brasil e do exterior participaram da última edição da mobilização mundial pela leitura, o #diadelertododia, que aconteceu no dia 20 de setembro de 2016. Foram registradas participações da Austrália, da Coréia do Sul, dos Estados Unidos, da Itália, do Paquistão e também da Venezuela.

Dia de Ler. Todo Dia! é uma mobilização de incentivo à leitura que nasceu na cidade de Barueri, município da região metropolitana de São Paulo, no Estado de São Paulo, no Brasil. A ideia para a mobilização veio do Dia do Desafio, uma outra mobilização que acontece sempre no final do mês de maio e que é organizado pelo SESC de São Paulo.

Na mobilização pela leitura vale ler livros, ou apenas um parágrafo. Vale ler um romance, uma poesia, ficção, receitas ou biografia. Livros, revistas, jornais, gibi. O que conta para o Dia de Ler. Todo Dia! é a iniciativa de ler. Ler na biblioteca, na sala de aula, na fábrica, no consultório, na praça, no clube, na academia, na igreja, ou no restaurante.

A ideia é mostrar que a leitura é um ato prazeroso e que cabe no nosso dia a dia, sem nenhum inconveniente.

Na edição deste ano, de acordo com a organização da campanha, foram registrados 2.481.332 participações e neste número está presente o blog literário O Viajante das Estrelas.

Na manhã da última quinta-feira (01), na Casa do Ler, localizada dentro da biblioteca Eny Cordeiro – Av. Ricardo Peagno, 78, Jardim Belval -, em Barueri a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e a Câmara Brasileira do Livro promoveram a cerimônia de entrega dos certificados aos participantes da mobilização #diadelertododia e teve as presenças do secretário municipal de Cultura e Turismo de Barueri, Sr. João Palma, e do presidente da Câmara Brasileira do Livro, Sr. Luiz Antônio Torelli.

O Viajante das Estrelas esteve presente na cerimônia para receber o certificado, juntamente com representantes de escolas municipais e de idiomas, polícia militar, empresas, etc.


Falando aos presentes na cerimônia, o secretário municipal e o presidente da Academia Brasileira do livro reforçaram o compromisso com a democratização da leitura. Confira algumas fotos da cerimônia:






Viva a Língua Brasileira! Sérgio Rodrigues

20.11.16

Foto: Editora Companhia das Letras


Viva a língua brasileira (Companhia das Letras, 384 pp), do escritor, crítico literário e jornalista Sérgio Rodrigues, é uma declaração de amor à língua portuguesa falada no Brasil. Em forma de verbetes rápidos e instrutivos, dá dicas e tira dúvidas que você sempre teve sobre o uso do idioma.  Contra aqueles que defendem que só os irmãos de Portugal sabem tratar a gramática como ela merece, aqui está um antídoto.

Contra aqueles que adoram corrigir o que nunca esteve errado e defendem bobagens, aqui está a resposta perfeita. Contra o analfabetismo funcional, o pedantismo do juridiquês, a barbaridade do corporativês, a importação servil de estrangeirismos e o chiclete viciante do clichê, este é um manual perfeito para usar nossa língua em toda sua riqueza e sem nenhum preconceito.

Viva a língua brasileira! é um manual perfeito para quem deseja usar nossa línguaem toda a sua riqueza e sem nenhum preconceito.

Foto: Skoob







Título original: VIVA A LÍNGUA BRASILEIRA
Capa: Alceu Chiesorin Nunes 
Páginas: 384
Formato: 16.00 x 23.00 cm
Peso: 0.65500 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 22/08/2016
ISBN: 9788535927627
Selo: Companhia das Letras 





Nasceu em Muriaé, MG, 06/02/1962. Escritor e jornalista, começou como estagiário no Jornal dos Sports, passando a repórter de esportes na sucursal carioca da Folha de São Paulo e daí para o Jornal do Brasil. Em plena era Senna, virou correspondente de fórmula 1, com base em Londres, em 1987 e 1988. Na volta, foi subeditor do caderno Cidade do JB; repórter especial da revista Domingo; subchefe de reportagem do Globo; editor da Veja Rio nos quatro primeiros anos da revista, de 1991 a 1994; chefe de redação da TV Globo, em 1995 e 1996; editor executivo (e fundador, em 1997) do jornal esportivo Lance!; Em seguida, passa a editor assistente da série de fascículos d`O Globo 2000 (sobre o século 20) e editor do Segundo Caderno. Muda-se para o Jornal do Brasil, como colunista e repórter free-lance
Quando bate aquela saudade - João Paulo Silva

6.11.16



Outra vez ela estava sentada sozinha na sua cama de casal olhando as estrelas no céu pela janela do seu quarto. Era mais uma madrugada que ela sentia falta de mais alguém em sua cama. Quando a saudade vem, é ali que ela fica, mergulhada em recordações e lágrimas. Apesar de transparecer ser forte, a saudade consome o seu íntimo. Saudade da infância feliz, saudade dos colegas de escola, saudades do primeiro emprego, do primeiro beijo. A lembrança do primeiro beijo ainda causa um certo conforto; parecia que ele se repetia todos os dias em suas memórias. Com os olhos marejados de lágrimas, ela pegou um cigarro, o isqueiro saiu da cama e foi para a janela, como se quisesse ficar um pouco mais perto das estrelas. Ligou o rádio, Paulinho Moska cantava "A Seta e o Alvo", sua música preferida. Já previa a dor no coração antes mesmo de chegar ao refrão da canção. Lembrou das noites estreladas ao lado do seu amor, das juras de amor, do espelho do banheiro embaçado e do show do Kid Abelha. Ela nunca compreendeu o fim, mas aceitou sem questionamentos. Quando a saudade bate à porta, vem à tona o cheiro do perfume, as lembranças do toque macio sob a pele, da voz que arrepiava, do felizes para sempre... Dormiu.

Feriado. Proclamação da República do Brasil. Dia de dormir até mais tarde, mas ela acordou cedo com o barulho ensurdecedor da britadeira. Foi até o banheiro, olhou-se no espelho e sentiu vergonha do seu rosto inchado. Lavou o rosto, olhou novamente pro espelho e lembrou do "Eu te amo" escrito todos os dias em batom vermelho. Andou até a cozinha e preparou café, sem açúcar. Ligou o rádio novamente, e desta vez não prestou atenção à música, pois os pensamentos estavam longe. Olhou para o seu guarda-roupa todo bagunçado e, em meio a bagunça, viu uma caixa que continha todos os bilhetes de amor que seu grande amor escreveu pra ela e fotos, muitas fotos. Quis pegar a caixa e ler os bilhetes, mas a coragem a impediu. Por um instante sentiu vontade de colocar fogo em tudo, mas percebeu que o fogo só queimaria uma parte das memórias. Seria necessário colocar fogo na casa toda, talvez em seu próprio corpo também. O desejo suicida dissipou-se no ar com o toque do seu celular. Era sua mãe. Não atendeu. Estava indisposta. Não queria falar com ninguém.

Desligou o celular e foi tomar banho. Saiu do banheiro e, antes de voltar à cama, pegou um livro em sua estante para ler, mas não conseguiu se concentrar na leitura. Deixou o livro de lado e se deitou, mas também não conseguiu dormir. Quando bate aquela saudade, nada consegue suprir. Porém, ela começou a perceber que tudo naquela casa lembrava outra pessoa que não fazia mais parte da sua vida; não por sua escolha, mas por escolha do destino. Afinal, ninguém é de ninguém. Aquele pequeno cômodo que foi construído para abrigar duas pessoas não fazia mais sentido, porque não havia mais duas pessoas ali, apenas uma. A cama de casal só era utilizada por uma pessoa. Sentiu a necessidade de mudar, de sair da rotina, de mudar de vida e esquecer o que passou. Sentiu o seu corpo se estremecer quando pensou em esquecer o passado. Ligou para sua mãe e avisou que iria morar com ela no Canadá. Trocou de roupa e saiu de casa. Olhou pra trás e sentiu vontade de voltar pra dentro e se trancar em seu quarto, mas foi forte o suficiente para continuar andando. Colocou o fone nos ouvidos e deixou que cada um de seus passos conduzissem a sua vida ao encontro da felicidade.



Leia resenha de "Déjà vu", de Rafael Vital

23.10.16



Em “Déjà vu”, Rafael Vital nos apresenta um tema complexo num enredo simples, mas humano e realista. Seu protagonista, Fabrício, um jovem como qualquer outro, cheio de vitalidade e que, através dos sonhos, consegue visualizar aquilo que ainda vai acontecer. São visões que o rodeia e intriga desde a infância. O livro tem mistério, tem sonhos perturbadores e tem amor. A aventura também está presente.


Escrito em linguagem clara e objetiva, “Déjà vu” tem um início tenso e se desenrola num ritmo mais calmo, mas ainda com os misteriosos sonhos. Aliás, um desses sonhos envolve a namorada de Fabrício e é aí que começa a ação. No sonho a namorada do jovem é sequestrada e ele precisará mudar o rumo do temido sonho para salvar Juliana.

A cidade de São Paulo é o cenário, mas o protagonista é do interior. Rafael, o autor, é paulista. Nasceu em Guarulhos, cidade da Zona Leste da Grande São Paulo. O prólogo angustiante já apresenta ao leitor o que virá nas páginas seguintes, onde o jovem Fabrício presencia um terrível acidente numa grande avenida de São Paulo com seu próprio pai.  
Fabrício se verá obrigado a enfrentar desafios para colocar as coisas no lugar e mudar o rumo da história. Mas ele não está só, pois seu melhor amigo Isaac está sempre disposto a ajudá-lo. Uma trama vibrante.
Rafael Vital intercala ficção com ação e conduz o leitor a uma leitura agradável, com discursos atuais que por momentos convencem de sua realidade. Nos faz submergir no mundo dos personagens e torcer para um final feliz para todos... Ou quase todos.
Muitas surpresas te esperam nas páginas desse livro.
Não posso deixar de parabenizar o Dimitry Uziel pela capa do livro que ficou incrível.

Foto: Facebook do autor
Você pode adquirir o seu exemplar do livro na Saraiva, e está com desconto. Corre!

ALGUMAS FOTOS SOBRE O LIVRO QUE POSTEI NO INSTAGRAM DO BLOG:
 
  


Rafael Vita está trabalhando o seu segundo livro, sob o título de "Sete Copas". Você pode acompanhar o seu trabalho acessando o link abaixo:







Leia resenha de "Arcanista", de Joe de Lima




"Arcanista” (2015, 288 páginas), do escritor brasileiro Joe de Lima, é o primeiro livro da trilogia Vera Cruz que traz um enredo capaz de prender a atenção do leitor sedento por uma boa trama de ficção científica. Joe, é um escritor residente na cidade de Itumbiara, município brasileiro localizado no interior do estado de Goiás. Confira a resenha na íntegra:




Ser adolescente não é uma tarefa muito simples de cumprir, pois muitas são as responsabilidades e pouco é o interesse em cumpri-las. A fase intensa de transformações corporais e emocionais é o momento do discernimento da ingenuidade e da maturidade. A adolescência também pode ser um período de encontro consigo mesmo, refiro-me ao fato da possível descoberta daquilo que vai motivá-lo a chegar a fase adulta sem culpa por não ter contribuído com a sociedade.


Marcel Seeder, por exemplo, é um adolescente de 16 anos que vive em Vera Cruz, nação dividida pelo jogo de poder entre o governo, o exército independente chamado Arcanum e a sombra do grupo ecoterrorista Voz Verde. Marcel se preparou desde a infância para uma carreira militar como arcanista, seguindo os passos de seu pai com o desejo de fazer com se cumpra o lema de Arcanum: “Paz e ordem”.


Vera Cruz é uma nação com catorze cidades. A sua origem coincide com o fim da Guerra Absoluta, um grande conflito nuclear em escala global ocorrido na primeira metade do século 21 que marcou o fim da Velha Ordem Mundial e que arrasou nações inteiras com uma chuva de bombas atômicas, reduzindo drasticamente a população mundial.


A vida pacata e a timidez de Marcel dão espaço ao desejo ardente de se tornar um Arcanista, mas isso não será tão fácil. Vítima de um atentado terrorista, o pequeno grande prodígio terá que superar seus limites para que consiga dominar a gema, poder máximo da Arcanum que dá a habilidade para controlar o mana e realizar atos que em outros tempos seriam chamados de milagres, e que se divide em: gema-flama, gema-glacial, gema-rocha, gema-telecinética, gema-trovão e gema-fortituite.O mana, por sua vez, é a energia universal que abastece as casas, os dispositivos eletrônicos, os carros.


Marcel é um adolescente diferente, mas ao mesmo tempo é igual aos demais. Rebelou-se contra as exigências e restrições de um sistema inconsistente com a realidade de Vera Cruz. Apaixonou-se por Beatrix, colega de classe e amiga de infância.


"Aquela foi a primeira de muitas vezes que mataram aula para ver os treinos. Beatrix cada vez mais encantada com o poder dos arcanistas. Marcel cada vez mais encantado com ela (p. 07)."


O adolescente sente a necessidade de compreender o seu comportamento, os seus anseios, as suas angústias como conseguir se manter firme diante de tantos altos e baixos. Acima de tudo, o adolescente tem a necessidade de apoio da família para que possa encontrar força para lutar por seus ideais. Precisa de segurança para conquistar o mundo.



“Arcanista” é o primeiro livro da Trilogia Vera Cruz e está disponível em versões digital e impressa. Eu li a versão digital. O livro vale a pena! Não é uma simples história de aventura infantojuvenil adolescente sobre um jovem que luta contra o sistema vigente. É um livro de reflexão que que busca a paz. Dê uma chance!

O livro pode ser encontrado em formato digital na Amazon e em formato impresso no Clube de Autores. Aproveite o Pacotão Literário:





Nascido em 1981, Joe de Lima sempre gostou de inventar histórias. Após um início trabalhando com fanzines em quadrinhos, passou a se dedicar à literatura. Publicou contos em antologias das editoras Infinitum, Literata e Buriti, na revista digital Nupo e no podcast Desleituras. Também é autor de Serpente de Fogo, web-série literária de fantasia que mais tarde foi lançada na forma de um e-book gratuito.


Acompanhe o autor: